domingo, 19 de julho de 2009

Fuga...

Não há rota de fuga, não há!!!
Meus defeitos riem de mim...
Meu contraste com o espelho mora
na dúvida de amar...
Os sorrisos que se estampam reluzentes de alegria,
se perdem nas noites e no escuro...
Existem verdades não ditas,
existem palavras como foices,
existem dúvidas cada vez mais constantes...
Se meu poema é um prolongamento
do ser,
tem defeitos imensos,
Lodo imundo da dor...
Minha voz se cala,
pro silêncio pensado falar...
com poesia!
Mas na verdade o que eu quero é compreender,
porque o coração tem que doer,
sempre que a proximidade ameaça ficar...
Não tenho tanta idéia assim,
pois na mente, só ecoam acordes,
esparços, conectados em seguir o tom...
Daquela música espontanea que da cabeça não quer sumir...
E meu choro inquieto, vão,
ameaça desatar tantas coisas...
Traz a tona as simples palavras, o abraço...
Mas não quero ressussitar nostalgias,
quero apenas entender e resolver,
minhas pendencias inúteis...
Meu espelho inqueridor,
meus defeitos estampados na cara,
minha inconstância, instabilidade
dizem verdades doloridas...
Não há uma rota de fuga,
não há!!!
Não sei como sair pela tangente...
Não tenho respostas inteligentes, ou desculpas cabíveis pata "tirar o corpo fora"...
Nem mesmo forças, eu diria...

Um comentário:

Lorde Croowel disse...

E se pudessemos anestesiar todos os meu problemas, inquiteações e dores. Creio eu que certamente seria a pessoa mais feliz do mundo..
rsrs

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