sábado, 28 de novembro de 2009

Darwin/ Mais um sobre saudade / Mãos



crédito meu na imagem.


Darwin seria poeta,

se não fosse tão perfeito!



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-"Você ainda vai me amar amanhã?"
Sem pestanejar, um 'sim' ecoou na madrugada das descobertas.
E 'amanhã' chegou,
mostrando a veracidade do advérbio.
Mas as segundas-feiras se repetiram na progressão aritmética das semanas do ano,
até o amor fracassar na contagem.
Numa bela segunda, o amor não acordou.
É! Bela sim!
Quem disse que o amor desiste em dias feios?



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Vai, eu adoro ancorar minhas mãos nas suas!
PS:
Algumas considerações...
Sabe aquele amor que teima em nos deixar? Aí, ele vai desgastando, até ficar a saudade. Sabe quando essa saudade é parte tão intrisseca ao nosso corpo, que falar do novo, sem citar o velho, é como se fosse pulada uma grande parte da história.
E o novo, é empolgante. Tem a capacidade de prender minhas mãos, e me deixar sem poemas.

2 comentários:

Marcelo Mayer disse...

o macaco tb seria poeta rs
e obrigado, mas odeio meu cabelo!

Camila disse...

Quem disse que o amor desiste em dias feios?

não mesmo.

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