quinta-feira, 11 de março de 2010

Escrita antropofágica


Gosto-cor-de-sangue,
da caneta afiada entre os dentes,
doce, na boca,
escorrendo como prece
sobre o peito em chamas.

10 comentários:

Marcelo Mayer disse...

o verbo que corta

Fabio Rocha disse...

Adoro poemas com lâminas ;)

Lelli Ramz disse...

para acompanhar só mesmo um vinho vermelho carmim...

bjinhus

adorei

Lelli

Valéria disse...

Hum...cheiro de sangue. Eu gosto de rituais!

BeijooO'

Maldito disse...

Depois dessas palavras,..não tem como não gostar!

Luara Q. disse...

Voce escreve muito bem (:

Léo Santos disse...

Poema pérfuro-cortante esse guria! Gostei pra caramba! Voltaremos!

Um abração pra ti!

M. D. Amado disse...

Hmmmm... Sanguinho. Adoro!

"escorrendo como prece sobre o peito em chamas." hmmm... isso me deu uma ideia... posso? rs

Allyne Araújo disse...

uau nine!!!!!! muito bom, eu gostei! apaixonado, e meio morte, legal!! beijos!

Rafael Castellar das Neves disse...

Oxa...gostei disso...a imagem tá muito boa também!!

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