terça-feira, 22 de dezembro de 2009

22 de dezembro de 2009 (retrospecto II - de 2 meses atrás)

Ela, nem sabia o que dizer,
só fechou os olhos, e murmurou para o silêncio,
que queria congelar o instante
e ficar ali, para sempre.
Ela, que tinha medo de pontos-de-ônibus,
viu o medo escorrer pelas pernas, em forma de arrepio,
não só por causa do frio,
mas pelo abraço que a protegia de qualquer perigo.
Não estava mais sozinha!
Dali em diante, suas mãos encontrariam sempre abrigo,
e não precisaria ter tanto medo.

7 comentários:

Luan Fernando disse...

As vezes precisamos de muito pouco para nos sentir seguros novamente.

***MissUniversoPróprio*** disse...

O fato de estar à espera, não significa que não possamos também nós, nos perder no presente. Também eu me perco e me acho, diariamente... ;)

=********

Mamello disse...

Às vezes precisamos mergulhar em nossos medos para desvendarmos suas falhas.

:)

Rodrigo Fenty disse...

Às vezes um gesto simples é tudo o que precisamos para nos sentirmos seguros. Concordo plenamente com o Luan.

***MissUniversoPróprio*** disse...

=) ;) =****

Evelyn Ceiwin - disse...

No silêncio agente sente melhor o calor das mãos que nus protegem, é no silêncio de nossas palavras que encontramos gritantes focos de palavras de amor no ar.
E ter um abrigo para nossa alma cansada sempre é um bom alivio.

Linda um feliz natal, cheio de alegrias e que seja inesquecivel, e que se houver lembranças sejam somente boas.

texto lindissimo *-*

beijos ...

Priscila Rôde disse...

O medo dá medo!

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